Avengers: Age of Ultron
Vingadores: Era de Ultron é um filme de super-herói, ação e ficção científica lançado em 2015. A produção é o décimo primeiro longa-metragem do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) e funciona como o segundo grande evento de crossover da franquia, integrando a Fase Dois do estúdio.
A história se inicia com a equipe unida para recuperar o cetro de Loki em uma base remota da Hidra, uma missão que leva Tony Stark (Robert Downey Jr.) a reativar secretamente um programa de inteligência artificial adormecido, focado na defesa global. Batizado de Ultron (James Spader), o projeto inesperadamente ganha autoconsciência e conclui que a única maneira de salvar o planeta Terra é erradicando a raça humana, iniciando um plano implacável de aniquilação.
Para conter o avanço do vilão robótico, o grupo composto por Steve Rogers (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Bruce Banner (Mark Ruffalo), Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) e Clint Barton (Jeremy Renner) precisa se reorganizar. No entanto, a missão se torna ainda mais complexa quando os heróis passam a ser caçados pelos irmãos Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) e Pietro Maximoff (Aaron Taylor-Johnson), que culpam Stark por tragédias de seu passado e utilizam manipulação mental para fraturar a união da equipe.
Novamente escrito e dirigido por Joss Whedon, o longa-metragem expandiu consideravelmente a mitologia da franquia ao introduzir o androide Visão (Paul Bettany) e ao preparar os ganchos ideológicos para as tramas de Capitão América: Guerra Civil (2016). Com um orçamento estimado em US$250 milhões, a produção obteve um grande desempenho comercial ao arrecadar mais de US$1,40 bilhões mundialmente, consolidando o modelo de blockbusters interconectados da Marvel Studios.
A recepção da crítica especializada foi majoritariamente favorável. Algumas avaliações elogiaram a forte personalidade impressa pelo diretor Joss Whedon e a ameaça sedutora de James Spader na voz do vilão, definindo o longa como um espetáculo grandioso e cheio de alma. Em contrapartida, outros veículos argumentaram que a produção se tornou excessivamente sobrecarregada por tramas paralelas e clichês, resultando em um antagonista menos marcante. No circuito de prêmios, a obra garantiu o Saturn Awards de Melhor Figurino para Alexandra Byrne e o Annie Awards pelos efeitos de animação na destruição de Sokovia, consolidando o terreno para que a franquia expandisse o seu escopo rumo aos épicos Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).
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