Spider-Man: Homecoming
Homem-Aranha: De Volta ao Lar é um filme de super-herói, ação e comédia lançado em 2017 nos cinemas. A produção é o décimo sexto longa-metragem do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), servindo como o primeiro título solo do herói aracnídeo dentro da franquia compartilhada e integrando a Fase Três do estúdio.
A história se passa alguns meses após os eventos de Capitão América: Guerra Civil (2016), acompanhando o jovem Peter Parker (Tom Holland) enquanto ele tenta retornar à sua rotina normal de estudante de ensino médio no Queens, em Nova York. Entusiasmado após sua experiência com os Vingadores, Parker passa os dias combatendo pequenos crimes locais e aguardando ansiosamente o chamado de seu mentor, Tony Stark (Robert Downey Jr.), que, preocupado com a segurança do garoto, o aconselha a manter os pés no chão sob a vigilância de Happy Hogan (Jon Favreau).
A busca do herói por provar seu valor ganha urgência quando ele esbarra nas operações de Adrian Toomes (Michael Keaton), também conhecido como o Abutre. Toomes lidera uma quadrilha criminosa que recupera tecnologia alienígena deixada em destroços de batalhas passadas para fabricar e vender armamentos de destruição massiva no mercado negro. Ignorando os avisos de Stark, Parker decide investigar a organização por conta própria, precisando conciliar sua vida secreta de vigilante com os dilemas escolares, as cobranças de sua Tia May (Marisa Tomei) e a paixão por sua colega Liz.
Dirigido por Jon Watts e roteirizado por uma equipe composta por Jonathan Goldstein, John Francis Daley, Christopher Ford, Chris McKenna, Erik Sommers e o próprio Watts, o longa-metragem foi amplamente elogiado por resgatar a essência dos filmes clássicos de colégio dos anos 1980 de John Hughes. Com um orçamento estimado em US$ 175 milhões, a produção obteve um estrondoso sucesso de bilheteria ao arrecadar mais de US$ 880,2 milhões mundialmente.
A recepção da crítica especializada foi altamente positiva. Analistas de veículos como Variety e Chicago Sun-Times aclamaram a performance carismática e otimista de Tom Holland, o tom revigorante focado na rotina escolar e a atuação magnética de Michael Keaton, com a revelação da reviravolta de seu vilão sendo considerada um dos pontos altos da projeção. Embora outras publicações tenham criticado a direção de Jon Watts por considerá-la sem fôlego e excessivamente dependente de sua conexão com o UCM, a produção se destacou nas premiações juvenis, rendendo a Tom Holland o Saturn Award de Melhor Performance de um Ator Jovem. O enorme sucesso crítico e financeiro consolidou a nova encarnação do teioso, abrindo caminho para o desenvolvimento das sequências diretas Homem-Aranha: Longe de Casa (2019) e o fenômeno de bilheteria Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021).
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