Black Widow
Viúva Negra é um filme de super-herói, ação e espionagem lançado em 2021. A produção é o vigésimo quarto longa-metragem do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), servindo como o título de abertura oficial da Fase Quatro do estúdio e funcionando como um prelúdio focado no passado de uma das heroínas mais emblemáticas da franquia.
A história se passa cronologicamente logo após os eventos de Capitão América: Guerra Civil (2016), com Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) encontrando-se isolada e sendo caçada pelo governo norte-americano por ter violado o Tratado de Sokovia. Sua tentativa de desaparecer do mapa é interrompida quando ela recebe uma misteriosa correspondência contendo um antídoto químico capaz de libertar as agentes do programa russo de lavagem cerebral conhecido como o Quarto Vermelho. O envio da substância a coloca imediatamente na mira do perigoso Treinador, um assassino enigmático que possui a habilidade de copiar perfeitamente qualquer estilo de combate de seus oponentes.
A caçada força Natasha a confrontar os fantasmas de seu passado e a se reconectar com a sua antiga "família de fachada", montada pelo governo soviético em solo americano durante os anos 1990. Ela se une à sua cínica irmã de criação e também espiã Yelena Belova (Florence Pugh), à cientista e figura materna Melina Vostokoff (Rachel Weisz) e ao decadente super-soldado russo Alexei Shostakov / Guardião Vermelho (David Harbour). Juntos, os quatro precisam superar velhos ressentimentos familiares para derrubar o general Dreykov, o líder que continua a recrutar e escravizar jovens mulheres ao redor do globo.
Dirigido pela cineasta australiana Cate Shortland e roteirizado por Eric Pearson, a partir de um argumento de Jac Schaeffer e Ned Benson, o longa-metragem se destacou por suas cenas de ação cruas e urbanas, que remetem ao estilo clássico da franquia 007 e de thrillers de espionagem táticos. Com um orçamento estimado em US$ 200 milhões, a produção enfrentou o desafio de um lançamento simultâneo nos cinemas e no Disney+ via Premier Access, acumulando um faturamento global de mais de US$ 379,7 milhões em bilheterias físicas e garantindo uma sólida presença comercial no mercado digital.
Analistas de veículos como Variety e The Hollywood Reporter elogiaram a transição do longa para um thriller de espionagem tático e aplaudiram a vulnerabilidade de Scarlett Johansson, bem como a química em cena com Florence Pugh, apontada por muitos como o grande destaque da produção. Embora portais como o Polygon tenham considerado o projeto tardio dentro da cronologia do UCM, a obra garantiu vitórias no People's Choice Awards e no Critics' Choice Super Awards, além de receber o prestigiado selo ReFrame por sua equidade de gênero nos bastidores. Fora das telas, o lançamento híbrido motivou uma histórica batalha jurídica na Suprema Corte de Los Angeles, quando Scarlett Johansson processou a Walt Disney Company por quebra de contrato devido à perda de bônus de bilheteria; o litígio gerou forte debate sobre os direitos dos artistas na era do streaming e acabou encerrado por meio de um acordo amigável. O longa também consolidou o futuro de Florence Pugh como personagem de destaque na série Gavião Arqueiro e no filme Thunderbolts* (2025).
Este filme ainda não possui avaliações da crítica.
Este filme ainda não possui avaliações do público.