Ant-Man and the Wasp: Quantumania
Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania é um filme de super-herói, ação e ficção científica lançado em 2023. A produção é o trigésimo primeiro longa-metragem do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), atuando como a obra de abertura da Fase Cinco do estúdio.
A história acompanha a vida de Scott Lang (Paul Rudd), que agora desfruta de sua fama como um Vingador e autor de sucesso, enquanto sua parceira Hope van Dyne (Evangeline Lilly) lidera a Fundação Pym. A tranquilidade da família é interrompida quando a filha adolescente de Scott, Cassie Lang (Kathryn Newton), revela ter construído um satélite capaz de mapear e enviar sinais para o Reino Quântico. A ativação do dispositivo dá terrivelmente errado, sugando Scott, Hope, Cassie, além dos cientistas veteranos Hank Pym (Michael Douglas) e Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), para as profundezas do universo subatômico.
Separados em um mundo deslumbrante e perigoso, repleto de civilizações alienígenas e criaturas bizarras, a família descobre que Janet escondeu segredos sombrios de seus trinta anos de exílio. O grupo logo cruza o caminho do impiedoso Kang, o Conquistador (Jonathan Majors), um viajante do tempo aprisionado no Reino Quântico que necessita das Partículas Pym de Scott para consertar o núcleo de energia de sua nave. Auxiliado pelo amargurado organismo cibernético M.O.D.O.K. (Corey Stoll), Kang ameaça apagar linhas temporais inteiras caso consiga escapar, forçando a família Formiga a se unir a uma rebelião local para impedir que o vilão alcance a superfície.
Dirigido novamente por Peyton Reed, que comandou toda a trilogia do herói, e roteirizado por Jeff Loveness, o longa-metragem tentou abandonar a escala urbana de assalto e comédia dos filmes anteriores para abraçar uma estética grandiosa dependente de pesados efeitos visuais. Com um orçamento estimado em US$200 milhões, a produção sofreu com uma queda vertiginosa de público após sua estreia e acumulou US$476 milhões mundialmente.
A recepção da crítica especializada foi majoritariamente negativa. Analistas de veículos como The New York Times e The Hollywood Reporter elogiaram as atuações de Michelle Pfeiffer e Jonathan Majors, cuja presença imponente e ameaçadora como o vilão Kang foi considerada o grande acerto isolado da obra. Contudo, críticos de publicações como The Guardian lamentaram o abandono do humor ágil e da escala contida que haviam consagrado os primeiros filmes do herói. Para grande parte da imprensa, o roteiro confuso, o tom excessivamente solene e a exaustiva dependência de cenários digitais genéricos esvaziaram o carisma da franquia. O desgaste narrativo e visual rendeu indicações pontuais de popularidade no Saturn Awards e no People's Choice Awards, mas culminou em uma amarga presença nas listas do Framboesa de Ouro, onde a obra disputou as categorias de Pior Diretor, Pior Sequência e Piores Atores Coadjuvantes.
Este filme ainda não possui avaliações da crítica.
Este filme ainda não possui avaliações do público.