Anaconda é um filme de terror e ação lançado em 2025. Dirigido por Tom Gormican e roteirizado por Kevin Etten, o longa-metragem funciona como uma releitura contemporânea do filme original de 1997, apostando em um tom que transita entre o suspense e a metalinguagem cômica, mantendo a premissa de sobrevivência na selva amazônica.
A trama acompanha Doug (Jack Black) e Griff (Paul Rudd), dois amigos atravessando uma crise de meia-idade que decidem embarcar em uma expedição à Floresta Amazônica com um objetivo ambicioso: refazer o filme favorito de sua juventude. O que era para ser uma jornada de realização artística transforma-se rapidamente em um pesadelo quando a dupla se depara com uma anaconda real. O que era um cenário de produção comicamente caótico torna-se uma situação de sobrevivência mortal, onde o projeto que eles tanto desejavam realizar pode acabar se tornando o motivo de suas mortes.
O roteiro, assinado pelos próprios diretores, explora a obsessão pelo sucesso e os perigos da exploração desenfreada, utilizando o ambiente amazônico não apenas como um cenário, mas como um elemento opressor e vivo. Com o uso de efeitos práticos misturados a tecnologias modernas de computação gráfica, a produção busca honrar o aspecto camp que tornou o filme original uma referência, ao mesmo tempo em que eleva a escala das cenas de ação e o nível de periculosidade da criatura.
Produzido pela Columbia Pictures e com um elenco que inclui nomes como Steve Zahn, Ice Cube, Thandiwe Newton e Selton Mello, o longa estreou em 2025 com o objetivo de revitalizar a franquia para uma nova geração. A fotografia, assinada por Brett Jutkiewicz, destaca a imensidão sufocante da floresta, servindo como o palco para o confronto entre a fragilidade humana e a força bruta da natureza.
A recepção da crítica especializada foi mista, refletindo um debate sobre o tom autoconsciente da produção. O consenso aponta que, apesar do potencial para uma ação-comédia explosiva, o reboot luta para conciliar seus tons conflitantes. Algumas críticas elogiaram o humor como um elemento que "oculta as falhas" da trama e celebraram o equilíbrio familiar e divertido da fórmula, enquanto outras questionaram a eficácia da sátira, argumentando que o filme carece de "presas" para ser verdadeiramente impactante.
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