Originalmente, Capcom Fighting All-Stars foi planejado como uma sequência em 2D de Capcom vs. SNK 2: Mark of the Millennium 2001, antes de ser convertido para 3D. No entanto, devido às dificuldades financeiras e à reorganização da SNK, o título foi redesenhado como um crossover apenas com personagens da Capcom, com a participação de vinte ex-integrantes da SNK no desenvolvimento, usando os modelos que já haviam sido criados para a versão original.
Assim como os jogos KOF: Maximum Impact da SNK, a proposta era adaptar uma série de luta em 2D para o 3D. A Capcom já havia feito algo semelhante na série Street Fighter EX, produzida em parceria com a Arika.
A Capcom realizou testes beta do jogo, mas, após o retorno negativo dos jogadores e mais meses de desenvolvimento, o projeto foi cancelado em agosto de 2003.
Segundo uma entrevista com Toyohisa Tanabe, ex-diretor de The King of Fighters, um personagem secreto de sua antiga empresa, a SNK, estava previsto para ser jogável em Capcom Fighting All-Stars. Embora isso não tenha sido confirmado, a figura lembra bastante K' ou Kyo Kusanagi.
A sombra do medo se aproximava de Metro City.
Um homem conhecido apenas como Death corria pela cidade com uma bomba. O artefato tinha o codinome "Laughter Sun". O prefeito Mike Haggar entrou em contato com os personagens citados acima para localizar e derrotar Death e, em seguida, desarmar a bomba. Para isso, eram necessários códigos, daí o subtítulo do jogo, Code Holders. D.D. e seus companheiros, Rook e Ingrid, eram os Code Holders. Seus códigos eram Ogre, Fallen Angel e Isis.
O jogo tinha limite de tempo e, dependendo de quanto o jogador demorasse para concluí-lo, o final mudava.
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| Plataforma | Data | Região |
|---|---|---|
| Arcade | TBD | Japão |
| PlayStation 2 | TBD | Japão |