The Desolate Hope mistura vários estilos de jogabilidade. Na estação e nas simulações, o jogo funciona como um plataforma. Você dispara contra inimigos, coleta power-ups e bits (moeda) e melhora a si mesmo e seus combatentes virtuais. Quando entra em uma mini-simulação — aquelas telas no estilo de fliperama antigo —, o jogo se transforma em um dungeon crawler 8-bit visto de cima. Ali, é possível farmar dinheiro e desbloquear opções para personalizar suas batalhas. Quando você encontra um chefe de vírus, a experiência muda para um combate no estilo de JRPG, em que é preciso usar o mouse para escolher entre várias opções e derrotar o adversário. Quase tudo fora desses confrontos serve para aprimorar habilidades e aumentar os atributos usados nessas lutas, que são o verdadeiro desafio do jogo.
Na borda distante de um planeta desconhecido, uma estrutura abandonada permanece em silêncio. Construída por uma nave de pesquisa não tripulada enviada da Terra, a estação Lun Infinus foi projetada para executar simulações ao longo de cinco anos, explorando possibilidades de colonização humana caso a Terra se tornasse inabitável. Desenvolvido durante uma era de ambição e riqueza, o projeto foi rapidamente abandonado quando o interesse desapareceu nos anos seguintes.
A última transmissão da Terra ocorreu há mais de trinta anos. A estação Lun Infinus abrigava cinco computadores sencientes, os Derelicts, construídos com certo grau de mobilidade em caso de emergência ou necessidade de deslocamento. Cada um desses Derelicts deveria formular seu próprio plano de colonização com base em milhares de horas de simulações. No entanto, depois de tanto tempo, essas simulações se tornaram extremamente elaboradas e bizarras. Enquanto isso, surgiu um misterioso vírus de computador. A origem desconhecida do vírus vem devastando lentamente os Derelicts. Por causa disso, cada vez mais poder de processamento da CPU passou a ser usado em medidas antivírus, deixando menos recursos para as simulações. Coffee é o último residente móvel da estação, um pequeno robô de serviço que passa os dias mantendo a estação e os Derelicts funcionando enquanto eles cumprem suas tarefas diárias. Como a capacidade de CPU é limitada, Coffee passou a improvisar para encontrar formas de contornar o vírus. Usando pequenos subsistemas e CPUs menos essenciais espalhados pela estação, em dispositivos menores, Coffee criou uma linha de ajudantes digitais, chamados D-Co, ou 'Digital Counterpart', para ajudá-lo a combater o vírus e manter a estação operacional. Com o tempo, porém, o vírus derrota cada D-Co, e Coffee tenta criar um D-Co aprimorado usando uma CPU diferente. O mais recente é o D-Co 9, construído com o código de um simples jogo de computador. Coffee dedica sua própria CPU para ser usada nas simulações principais e deixa D-Co responsável por mover seu corpo pela estação, cuidar das necessidades dos Derelicts e enfrentar os ataques do vírus quando eles acontecem.
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| Plataforma | Data | Região |
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| PC (Microsoft Windows) | 24/04/2012 | América do Norte |
| PC (Microsoft Windows) | 24/04/2012 | Mundial |